A importância de uma boa experiência do usuário no comércio eletrônico



Ficamos fascinados com o surgimento da Internet na década de 90 no Brasil, porém eram poucos que tinham recursos financeiros para adquirir um computador. Somente em meados dos anos 2000 é que o brasileiro foi ter acesso a um computador e com isso a oportunidade de conectar-se com o mundo.

Um novo olhar que com o passar do tempo da evolução tecnológica foi conquistando espaço e acompanhando novos estilos de vida. Estima-se que exista mais de 1 bilhão de sites e desse total 450 mil são de e-commerces ativos no Brasil, revela a pesquisa “Perfil do E-Commerce no Brasil” divulgada em 2014 .

O comércio eletrônico, que é uma abordagem de comércio por meios digitais, ganhou espaço e ao longo dos anos propiciou novas formas de negócios e serviços inteiramente digitais. Essa abordagem foi se popularizando desde 2005 por oferecer um vasto conjunto de informações dos produtos, das possibilidades de pagamento, do seu horário e dias disponíveis para a realização de compra que é de 24 horas por dia e sete dias por semana. 

Além destes fatores e principalmente pela comodidade que é proporcionada ao usuário, o comércio eletrônico ajuda a evitar alguns contratempos como uma possibilidade de assalto, filas, dificuldade para encontrar uma vaga no estacionamento ou um problema no percurso até a loja. Alberto Albertin tem a seguinte definição para comércio eletrônico: 

“[...] a realização de toda a cadeia de valor dos processos de negócio em um ambiente eletrônico, por meio da aplicação intensa das tecnologias de comunicação e de informação, atendendo aos objetivos do negócio.” (Albertin, 1999, p. 15)  

As compras pela Internet revolucionaram o comércio, devido a facilidade que o usuário tem na utilização da interface. Atualmente é mais comum utilizar a Internet para realizar compras online. Um comércio que a cada dia tem um crescimento significativo.

O que muitos dos consumidores não percebem é que estes sites de comércio eletrônico oferecem uma fácil interação, permitindo que realizemos nossas compras sem quaisquer  imprevistos.

Que atire a primeira pedra quem nunca abandonou um site por ter uma aparência ruim.

E é ai que a experiência o usuário (UX) entra. É ele que cobre todas as interações das pessoas com o site. Se um site tiver uma UX ruim, deixará as pessoas descontentes, e pessoas descontentes tendem a escrever avaliações ruins. O importante é certificar-se de que sua UX ajuda o usuário a atingir o seu objetivo. 

A sopa de letrinhas do comercio eletrônico


Que o mercado está cada vez mais competitivo já não é mais nenhuma novidade para ninguém. No mundo dos negócios onde a transformação é uma constante, as lojas físicas viram na Internet um oportunidade de ampliar suas vendas. Com isso, surgiram alguns termos para diferenciar os tipos de transações comerciais realizadas no mundo virtual. Confira logo abaixo as principais siglas do e-commerce e seu significado:

• B2B – Business to Business: Esse tipo de venda é mencionado quando se refere aos negócios entre duas empresas pela web.

• B2C – Business to Consumer: São as lojas virtuais de varejo que realizam suas vendas diretamente para o consumidor final. Como exemplo, podemos citar: Americanas.com.br, Submarino.com.br, Saraiva.com.br.

• B2E – Business to Employee: É quando a empresa realiza a venda de seus produtos para seus colaboradores, com acesso a preços diferenciados aos que são oferecidos nas lojas físicas e pode ocorrer de ter um limite de compra.

B2G – Business to Government: Esse modelo ocorre quando uma empresa vende para o Governo. Licitações on-line ou compras diretas definem este tipo de transação.

• C2C – Consumer to Consumer: É quando um site intermedia a venda de um produto entre um consumidor e outro. Podemos citar como exemplo nesse modelo o site Mercado Livre.

• B2B2C – Business to Business to Consumer: Ocorre quando uma empresa faz negócio com outra visando a venda para o cliente final.