Repercussões negativas de marcas nas redes sociais



A redes sociais se tornaram verdadeiras aliadas para os consumidores cobrarem serviços, demonstrarem alguma insatisfação e não deixar nenhum deslize passar em branco. Ao invés de ajudar a alavancar a sua marca/negócio, o tiro pode sair pela culatra.

A velocidade das informações que recebemos hoje em qualquer mídia é muito avançada. Tudo viraliza muito rápido. Se recebemos uma informação neste exato momento ela pode estar desatualizada em questão de minutos/horas. Se não lemos uma determinada notícia no instante em que ela é publicada, os desatualizados somos nós. 

Essa velocidade é assustadora.

Do mesmo jeito que ela assusta, ela pode acabar tornando-se um pesadelo para uma marca que divulgou um produto/serviço em suas redes sociais e isso gerar um impacto negativo no seu público. Isso acaba virando uma bola de neve. A tal postagem pode até ser deletada, mas vale lembrar que nessa altura do campeonato alguém já deu print e salvou o seu deslize. Sem falar que vivemos a era dos memes e a sua postagem pode integrar algum meme e piorar ainda mais a situação. 

Você será lembrado por algum tempo por conta dessa postagem que teve repercussão negativa.

A internet está cheia de casos assim que podem te ensinar uma lição, mas depois de fazer uma pesquisa optei por relembrar três casos. Vamos a eles.

O primeiro deles é o excesso de photoshop. Vale lembrar que quase nenhum profissional dispensa o uso do Photoshop para ajustar uma luz outro mero detalhe, o problema é o excesso dele. Temos dois casos em que o excesso de photoshop repercutiu em duas marcas conhecidas a primeira é um post da C&A, a Preta Gil foi desvalorizada pelo Photoshop mal usado e virou meme na internet. 

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Outro caso que teve repercussão foi o da Bis por conta de uma montagem mal feita. A marca acabou entrando na brincadeira. 

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A nossa segunda gafe pertence a categoria do banco de imagens. Quem não se lembra da Joanna e seu marido do Bom Negócio (atual OLX)?

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Nossa ultima categoria pertence aos assuntos do momento. Um conselho: não tente promover a sua marca por meio de tragédias. 

Quem não se lembra do caso da Bling e da AT&T? A Bling, uma empresa de finanças, mencionou o desaparecimento de um avião chinês com dezenas de mortos e a AT&T cometeu o deslize ao fazer uma propagando de um smartphone no dia 11 de setembro.

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Todo cuidado é pouco e extremamente essencial ao se postar algo nas redes sociais. Mesmo que você apague uma postagem, ela jamais desaparece. 

"Estúdio de Criação" do Facebook reúne diversas funcionalidades


Já tem algum tempo que tenho procurado por uma ferramenta que possibilitasse o agendamento de postagens nas redes sociais, mas sempre encontrava algo que tinha que desembolsar algum grana e como estou disponível para o mercado de trabalho é meio que impossível. Minhas publicações eram feitas de maneira tradicional. 

Quem trabalha com redes sociais sempre recorrem para alguma ferramenta externa para agendar suas postagens e mensurar seus conteúdos.

Hoje eu deparei-me com o "Estúdio da Criação" essa ferramenta que eu desconhecia, mas que vai me ajudar e muito com agendamento de minhas postagens.

A ferramenta reúne tudo o que você precisa para publicar, gerenciar, monetizar e mensurar com eficiência todas as suas páginas no Facebook e contas do Instagram. São inovações e novidades como essa que são sempre bem vindas. 

É possível alternar a rede social que deseja utilizar clicando nos ícones centralizados na parte superior da página.

É hora de dar tchau


O Google Plus será desativado e já tem data definida.

Esse será o cronograma até a sua desativação que será no dia 02/04/19:

04/02: não será mais possível a criação de perfis na plataforma. Nesse mesmo dia os comentários gerados pelo G+ em sites externos serão removidos do Blogger.
07/03: serão excluídos os comentários do G+ de outros sites.
02/04: todos os conteúdos do G+ dos usuários serão excluídos (exceto as notas do Google, conteúdo que é obrigatório manter por motivos legais).

Isso inclui fotos e vídeos do G+ no seu arquivo de álbuns, bem como nas páginas do G+. 

Procure fazer o backup dos seus dados se já foi usuário da plataforma.

A importância do uso das hashtags



Você tem o costume de utilizar hashtags em suas postagens? Não? Acredito que seja melhor começar a utilizar este recurso que faz com que seu conteúdo seja encontrado. 

As hashtags são populares no #Instagram e #Twitter, mas nada impede seu uso em outras redes sociais como #Linkedin e #Facebook.

Ao clicar em uma hashtag você é direcionado para uma outra página que mostra outras publicações em que ela foi usada. 

Mesmo que um usuário não siga a sua marca nas redes sociais, ele pode te encontrar por meio de uma hashtag específica. Uma dica: crie uma hashtag que seja única para a sua marca.

Fiz algumas buscas aleatórias no Instagram para saber quantas publicações tinham com determinada hashtag, eis o resultado:

#love: 1.384.229.181 publicações
#bomdia: 50.321.194 publicações
#throwbackthursday: 42.973.360 publicações
#marketing: 20.682.466 publicações
#marketingdigital: 3.996.926 publicações
#motivação: 2.589.379 publicações
#jornalismo: 862.082 publicações

Se você acredita que sua empresa ou marca não precisa disso, é aí que você se engana. Usar hashtags é fazer marketing, uma maneira de "vender o seu peixe". Se uso ajuda no engajamento e na probabilidade de que o público veja seu conteúdo. Busque por palavras-chaves que estejam relacionadas com sua marca e/ou conteúdo.

Lembre-se: "Quem não é visto, não é lembrado!"

A guerra dos vídeos instantâneos


O único aplicativo que tinha esse recurso alguns anos atrás é o Snapchat que foi lançado em 2011, mas só se popularizou em 2013. Em novembro de 2013 o Facebook tentou comprar a rede social, mas teve a oferta recusada pelos fundadores do Snapchat que diziam que o valor de três bilhões de dólares era baixo.

Para quem ainda desconhece, o Facebook comprou o Instagram em 2012 que na época era apenas o aplicativo mais conhecido de publicação de fotos. Dois anos depois, o Facebook compra o WhatsApp e em 2016 o Stories do Instagram é lançado.

Como se não bastasse ter o mesmo recurso em aplicativos diferentes - Instagram e Messenger - a novidade chega também no principal aplicativo da rede de Mark Zuckerberg. O recurso é similar ao Snapchat. As imagens e vídeos ficam disponíveis por até 24 horas.

Há quem estranhe toda essa novidade de vídeos instantâneos em alguma rede social, mas não se assuste já que essa guerra não é sua e muitos usuários já devem ter notado a guerra oculta entre as duas redes sociais. E essa briga não é recente.

Ameaça ao fantasma: é claro que o fundador do Snapchat, Evan Spiegel, sabe da rivalidade existente entre ambos os apps, mas o que ninguém sabe é quando essa briga terá fim e quem levara a melhor. Pelo jeito a briga entre os CEOs Spiegel e Zuckerberg vai longe.

É possível alguém “não curtir” essa novidade?

Sim e aconteceu recentemente. Quem não se lembra da atualização do “status” do WhatsApp?

Em Fevereiro deste ano, o WhatsApp atualizou seu aplicativo adicionando um novo recurso de "status", que tinha função semelhante ao Stories do Instagram e ao Snapchat o que acabou gerando certa polêmica entre os usuário que achavam mais prática a versão antiga.

O que era para ser uma novidade acabou desagradando muitos usuários. A repercussão negativa fez o WhatsApp voltar atrás com a versão antiga do aplicativo onde os usuários poderiam escrever suas frases.


Depois desse "episódio" desagradável é possível aprender e compreender que nem sempre será possível agradar a todos. Sempre terá quem goste ou não de alguma novidade.

"Bela, recatada e do lar" viraliza nas redes sociais

Foto: Reprodução/Facebook/Cansei de ser gato


A internet tornou-se palco constante para reações políticas e ideológicas. No dia 18 de abril a revista Veja publicou uma matéria que acabou por gerar uma grande repercussão nas redes sociais envolvendo Marcela Temer, esposa do vice-presidente Michel Temer.

Não demorou muito para as feministas e simpatizantes que lutam pela desconstrução dos padrões impostos pela sociedade se manifestarem nas redes sociais. Os internautas começaram a divulgar suas fotos mostrando a contrariedade da matéria que foi publicada pela revista. 

A revolta em si não foi para criticar a esposa do vice-presidente, mas sim pelo fato da revista querer mostrar um modelo de submissão feminino que é o correto. Que só essas mulheres tem valor na sociedade

A sociedade acaba se esquecendo que a mulher deixou de ocupar um espaço, tornou-se contemporânea e conquistou diferentes espaços. Que ótimo para a as mulheres que escolhem ser "belas, recatadas e do lar". Ótimo também para aquelas que não querem. 

Não adianta querer tapar o sol com a peneira. Estamos em outro século onde somos livres para ser o que quisermos. Todos têm seu direito de ir e vir. São vários os avanços das mulheres ao longo da história. As mulheres não devem ser pré-julgadas. As mulheres são tão livres quanto os homens.

Realidade despojada nas redes sociais


Não existe uma maneira correta de como deve ser postar nas redes sociais de uma prefeitura municipal. Há quem opte por fazer postagens mais informais, outros preferem algo mais formal. Vai de cada um. 

Acredito que por se tratar de uma organização governamental, os sociais mídias dessas páginas deveriam adotar uma postura mais seria. Evitar postagens de humor e as linguagens de prefa, prefs e entre outros.

Toda e qualquer administração publica não é entretenimento, deveria levar conteúdo totalmente relevante para seus munícipes, de utilidade publica, ao invés de postarem memes e entre outras coisas que não condiz com o perfil de uma organização governamental.

Recentemente, os sociais mídias da prefeitura de São Paulo deram uma resposta a uma internauta que perguntou publicamente se a prefeitura não entraria  na onda da “realidade despojada das redes sociais”. Segue abaixo:


Foto: Reprodução 

Aproveitando a deixa, vou citar o caso da Prefeitura de São José dos Campos, mas existem inúmeros casos por ai. Um dos veículos de fiscalização de transito foi utilizado para transportar uma geladeira que apresentou defeito para uma oficina de manutenção que fica do outro lado da cidade.
O pior é o tom de deboche na resposta da prefeitura.  Leia abaixo e tire suas próprias conclusões. Falam para utilizar os canais de comunicação da prefeitura a fim de evitar um alvoroço e deixar que o problema seja resolvido internamente.

Foto: Reprodução/Facebook/PMSJC

Existem canais de humor para tal finalidade. Acredito que uma página de prefeitura municipal não precisa utilizar o humor. Tem que mostrar o que está sendo feito no município. Quando eu vejo postagens de humor em páginas de prefeituras municipais, fico a me perguntar se é uma organização governamental séria ou se é uma página de humor. A impressão que tenho é que estamos sendo chamados de palhaços nas entrelinhas com tanto postagem sem finalidade.

Tem que separar o joio do trigo. Ainda vai chegar o dia em que a situação vai passar do limite por não existir uma receita de bolo para esses tipos de postagens. 

Redes sociais colaborativas

Internauta participa e compõe o conteúdo dessas plataformas


De forma simples, podemos definir rede social como um meio de nos conectarmos com outras pessoas na internet. Antes do Twitter e Facebook imergirem do fundo das profundezas, o Orkut era a rede social mais conhecida pelos brasileiros. Pouco se sabia sobre as outras duas.

Com a popularização do Facebook e Twitter, as pessoas começaram a migrar do Orkut para essas duas citadas anteriormente. Aos poucos o Orkut foi perdendo seus usuários. Além dessas redes sociais em que é possível adicionar contatos e entre outros recursos, existem ainda aquelas que são pouco conhecidas pelos internautas: as redes sociais colaborativas.

Redes sociais colaborativas nada mais são do que uma plataforma online em que o próprio público a alimenta com o melhor conteúdo. A primeira plataforma colaborativa foi o Winwe, onde você cadastrar o seu serviço e encontra pessoas que estejam interessadas e troca o seu serviço pelo serviço oferecido por ela.

Outra plataforma bem parecida é o Bliive, uma rede colaborativa que permite as pessoas, a troca de tempo com o que elas sabem fazer de melhor. Por exemplo, você pode oferece um serviço por uma hora - uma aula de violão, por exemplo - e ganha essa hora em TimeMoney na rede social. Com esse tempo, você buscar serviços de outras pessoas na Bliive pelo mesmo tempo que foi oferecido o seu serviço.  

O Onde Fui Roubado, é uma rede social colaborativa sobre segurança pública. A ideia é bem simples: a vítima sofre um assalto, vai ao site e cadastra o que aconteceu com ela. Automaticamente essa informação é compartilhada com todos no estado em que foi cadastrado o ocorrido.

O site ainda conta com a possibilidade de ver as estatísticas da cidade, como por exemplo, o ranking de objetos furtados, os tipos de assaltos mais frequentes e até mesmo se são os homens ou as mulheres que são as vitimas. Também é possível conferir uma lista com as cidades que mais tiveram denúncias, ou seja, que as pessoas cadastraram na plataforma. Vale lembrar que esse cadastro não substitui o boletim de ocorrências.

É claro que existem muitas outras plataformas colaborativas e que vai depender da necessidade de cada um. Logo abaixo, mais algumas sugestões interessantes:

O Bonita Também é um projeto colaborativo que usa as mídias sociais para divulgar depoimentos de mulheres sobre beleza e autoestima.

Para quem deseja saber sobre avaliação de cursos de pós-graduação, MBA e instituições, o SeráQVale é uma plataforma que pode te ajudar na escolha da faculdade e/ou curso.

Para quem deseja aprender um novo idioma, o LiveMocha é uma plataforma online com aulas em 38 idiomas, utilizada por mais de 16 milhões de pessoas em 196 países. Os participantes interagem e ajudam outros a aprender.

O Caçadores de Bons Exemplos é um mapa colaborativo que reúne ações positivas e que estão transformando várias comunidades do nosso país.

Para quem gosta de artesanato, o Solidarium é uma rede de artesãos que conta com uma plataforma online para vendas na internet.

Se você é daqueles que gosta de hortas, locais que vendem produtos orgânicos ou agroecológicos, restaurantes que oferecem opções orgânicas ou organizações envolvidas com agroecologia, mas não sabe onde encontrar, o Muda SP vai te dar uma ajuda.

O Cidade Democrática é uma plataforma de participação política para criação de soluções inovadoras a partir da inteligência coletiva.

Para a mulher moderna, o Não Aguento Quando é um manifesto colaborativo onde, em um espaço seguro, elas podem debater e fazer reflexões sobre as pressões que a sociedade ainda as impõe. 

As redes sociais e o mundo corporativo


As redes sociais têm sido de grande importância e cheias de estratégias no mundo digital. Prova disso é que essas mídias sociais geram uma aproximação entre a empresa e o seu consumidor, na divulgação e/ou promoção de um determinado produto. Também acaba sendo um auxilio para tirar eventuais dúvidas, divulgar na abertura de uma vaga de emprego e entre outras possibilidades.

Isso tudo só é possível por conta da praticidade que essas redes sociais oferecem as organizações. Claro que o seu desempenho vai depender na definição de um público alvo. Feito isso, a empresa pode desenvolver campanhas, pesquisas e entre outros temas.

As mídias sociais tornam-se um meio para cuidar e alavancar a imagem da empresa. Primeiramente, defina o seu publico. Depois disso é necessário escolher os canais, ou seja, as mídias sociais que se pretende utilizar. 

Claro que para isso é necessário ter um interlocutor que alimente esses canais com informações para o seu público alvo, sendo transparente e rápido nas respostas. Prepare seus porta-vozes para lidar com todos os tipos de situações, pois as pessoas tanto podem elogiar quanto reclamar de um determinado produto.

Sabe aquela expressão “uma imagem vale mais do que mil palavras”? Imagens, vídeos e gráficos agregam valor ao conteúdo da mensagem.

Estabeleça um período de atualização de suas postagens. Meça os resultados. Na Internet existem várias ferramentas de mensuração. E por ultimo: monitore seus concorrentes. Não para copia-los, mas para se diferenciar no mercado.