O que podemos aprender com a copa do mundo?


Sim, vamos falar sobre a copa do mundo!

Logo na primeira semana da copa do mundo, presenciamos algumas atitudes que surgiram fora do campo no maior evento esportivo e que com certeza são dignas de um cartão vermelho. A Copa está chegando na sua reta final, mas podemos aprender alguma coisa com ela.


#1: Não se envolva em polêmicas

Com boa repercussão na mídia, o vídeo dos brasileiros agindo de forma machista contra uma estrangeira está dando o que falar. Muitas pessoas se manifestaram sobre tais atitudes do grupo. Só tenho uma coisa a dizer: inaceitável.
Para quem desconhece ou não lembra, postarei o link para que possam ajuda-los a relembrar. São três casos diferentes que aconteceram e logo na primeira semana os brasileiros já foram alvo de atitudes machistas contra pessoas estrangeiras.

Desde quando constranger alguém pode ser considerado brincadeira? Só seria uma brincadeira se todos estivessem cientes da situação, o que não ocorreu. Um pequeno grupo de brasileiros se aproveitou do momento querendo ter seus quinze minutos de fama e se deram mal. Tentaram ser engraçados e estão sendo interpretados por toda a nossa nação e quem sabe até na mídia internacional. Não tenha um comportamento ridículo que desumanize os outros. Tentar ser engraçado para deixar outras pessoas desconfortáveis, ainda mais sendo de outra nacionalidade é algo bem estúpido. E querendo ou não, aceitando ou não, esses casos são sim um caso de violência. Assédio não é brincadeira.  


#2: Seja exemplo

Enquanto alguns torcedores passam vergonha durante a copa do mundo na Rússia, tem torcedores dando exemplo. Foi o caso dos torcedores de Senegal e da Arábia Saudita. Após o término do jogo entre Senegal e Polônia na terça-feira (19), os torcedores do Senegal deram um belo exemplo: começaram a recolher o lixo do setor antes de se retirarem para comemorarem a vitória da seleção senegalesa. Torcedores da Arábia Saudita limparam a arquibancada onde estavam após derrota conta o Uruguai no dia 20 de junho. Vitória dentro e fora de campo.Vimos a humildade e solidariedade entrar em campo quando Cristiano Ronaldo levou Cavani, da seleção do Uruguai, para fora do campo o jogador. Também vimos a seleção da Islândia homenagear o goleiro da Nigéria (Ikeme) que foi cortado antes do início da Copa por estar com leucemia.


#3: Nem todo craque usa camisa 10

Em algumas seleções, vejo que toda uma equipe é dependente de apenas seu favorito. Um único jogador não faz o jogo. Não tem somente o craque em campo, ele não pode estar atuando em todas as posições. O CR7 não faz a seleção portuguesa, o Messi sozinho não faz a seleção da Argentina assim como o Neymar Jr não toda a seleção brasileira. Todos os outros jogadores parecem que ficam dependentes de seus craques. Tem que ter um trabalho de equipe.


#4: Perder faz parte do jogo

Não tenha vergonha de ser brasileiro por conta de uma seleção que perdeu o jogo nas quartas de final e foi eliminada desta copa do mundo. Mesmo que a seleção tivesse conquistado o hexa, isso não resolveria todos os demais problemas em que nosso país se encontra.

O esporte é um jogo e perder é algo muito triste. Assim como na nossa vida nem tudo é só conquistas, perder também faz parte. Nem sempre podemos vencer, mas podemos aprender alguma coisa a cada derrota.

Tenha orgulho de ser brasileiro por ser um povo guerreiro e persistente. 

Você já ouvir falar em SSI?




Fazendo uma breve adaptação da música "Caviar" do Zeca Pagodinho para iniciar a abertura desse tema.

"Você sabe o que é SSI? 
Nunca vi, nem li, eu só ouço falar."


Certamente você já deve ter se deparado com isso nos últimos tempos aqui no #LinkedIn ou leu em algum lugar, mas por estar ocupado(a) demais para ler naquele momento esqueceu de salvar o link para ler posteriormente. Acredito que tenha se perguntado "o que seria isso?"
Não se preocupe, pois não é uma coisa de outro mundo.

Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

O que é isso?
Numa escala de 0 a 100, o SSI significa Social Selling Index (em português IVS que significa Índice de Vendas Sociais) e ele mede a sua capacidade de se 'vender' no Linkedin.

Como isso acontece?
O SSI não leva em conta apenas a sua quantidade de contatos. Ele também se baseia no que você compartilha, nos seus comentários, nas competências que atualiza e nas visualizações que obtém em seu perfil.

Quem pode acessar o SSI?
Qualquer pessoa que tenha uma conta no LinkedIn.


Como faço para ver o meu índice de SSI?
Para analisar o seu SSI, basta clicar em linkedin.com/sales/ssi. 


Já viu seu índíce SSI hoje?

Viver, tentar e não desistir


Credit: Freepik

Não é porque você termina uma faculdade que se torna um profissional naquilo em que se formou. Você ganhou um título pelo qual ficou estudando por 4 anos. Alguns cursos são 5 anos. Você tem que correr atrás depois que esta parte do ‘sonho’ acaba e isso a faculdade não te ensina. Você tem que aprender por conta própria. 
Lembro-me exatamente quando comecei a minha vida profissional. Foi exatamente no ano de 2006 quando terminei o ultimo ano do colegial no ano anterior. Consegui meu primeiro emprego (temporário) aos 18 anos.  Em 2007 resolvi trabalhar com telemarketing, o que não durou muito tempo. Fiquei apenas quatro meses nessa empresa. No ano seguinte comecei um curso técnico que duraram exatos dois anos. Nesse meio tempo eu fiquei desempregada procurando por oportunidades. Em 2010 consegui um emprego e permaneci nele por um ano. Novamente fiquei um ano sem trabalhar.

Em 2011 comecei a cursar jornalismo e consegui voltar ao mercado de trabalho em 2012 e fiquei um ano em outra empresa, só sai dessa empresa por ter que cursar o estágio que é obrigatório. Fiquei estagiando em minha área de formação por um ano e nove meses. Depois do término do contrato de estágio, fiquei 7 meses em busca de trabalho até que no final de julho me veio uma oportunidade de voltar a trabalhar, mesmo que fora da minha área de formação, que permaneci ali por quase três anos. 

E cá estou eu refletindo sobre o histórico do meu perfil profissional de candidaturas em vagas de emprego que começou em 2006. Sempre desejei trabalhar em uma multinacional. Toda semana mantinha meu currículo atualizado no site dessas empresas esperando pela minha chance, que alguém do RH finalmente me ligasse para que eu participasse de algum processo seletivo, mas sem sucesso. Naquela época eu estava iniciando minha vida profissional e pouca bagagem no quesito experiência, mas tentar nunca foi demais.

Quando resolvi fazer um curso técnico foi para ver se mais portas se abriam, mas não obtive sucesso tendo tal formação. Só eu sei o quanto eu tentei entrar em uma dessas empresas de grande porte, mas que infelizmente por uma acaso do destino. Se eu não tivesse tentado jamais saberia se a resposta seria positiva ou negativa. Seria pior se eu jamais tivesse tentado. O importante é nunca desistir.

Eu sei o quanto é frustrante investir financeiramente em uma formação, sendo ela superior ou não, e não ter um retorno que valorize todo o seu esforço acadêmico.  Sei que tem horas que isso beira ao desespero, dá vontade de chorar, bate um princípio de depressão, se pergunta "o que eu vou fazer da minha vida?" ou "no que eu sou bom?". Você se sente cheio de dúvidas e frustrações, se pergunta "qual é o meu propósito no mundo?". E é nessas horas que as respostas somem e você apenas reflete sobre a sua vida até o momento atual.  

Eu sei que você deve ler todo aquele otimismo de alguns gurus de internet dizendo para você não se desesperar ou coisas do tipo (que eu considero uma baboseira), mas infelizmente não é assim que funciona. Essas mesmas pessoas vão falar para você ter fé, mas isso é algo que não precisa ser dito. É algo que você tem que ter realmente e essa fé tem que estar dentro de você. A impressão que eles passam, pelo menos no meu ponto de vista, é de serem um falso vendedor de sonhos. Somos seres humanos, somos feitos de altos de baixos. E embora você lute todo dia para alcançar seus sonhos e objetivos, parece que a vitória nunca vem. Tem dias que você só apanha. Lembre-se que a vida também é feita de dores.

Cá estou eu com minhas três décadas de existência buscando por uma nova oportunidade no mercado de trabalho. A luta continua. 

Otimizando tempo e fluxo de trabalho com organizadores de tarefas


Há quem reclame da falta de tempo, mas pode ser que exista uma falta de organização quanto suas tarefas e atividades diárias que estejam prejudicando o seu desempenho ao longo do dia.

Trello e Asana são duas das melhores ferramentas quando o assunto é organização. Com essas ferramentas de gerenciamento é possível:

  • Aproveitar melhor o tempo;
  • Organizar as ideias;
  • Priorizar suas tarefas/projetos.

Já pensou em utilizar uma plataforma que te ajude a organizar a mais simples das tarefas? Caso sua resposta seja não, aconselho você a utilizar. No começo você vai estranhar a plataforma, mas depois você vai ser o quão a sua vida melhorar com apenas um clique na organização.

Para quem tem dificuldade em se organizar para realizar uma determinada atividade no trabalho, seja porque acabou perdendo a anotação que tinha feito em papel ou até mesmo por não encontrar um e-mail especifico com informações importantes, tanto o Asana como o Trello podem ser muito uteis quanto a isto.

Em um primeiro momento você até pode achar difícil de mexer nessa plataforma já que não está familiarizado, mas basta alguns minutos para você mudar de ideia. Com um visual simples e prático de usar, logo o usuário consegue se localizar e criar suas tarefas sem nenhum problema.


Tanto no Trello como no Asana, você pode fazer:

  • Acrescentar várias seguidores em uma mesma tarefa sem ter a necessidade de criar a mesma tarefa individualmente para cada usuário que deve visualizar essa tarefa;
  • Mencionar @Fulano nos comentários;
  • Criar quantas tarefas forem necessárias para cada projeto/departamento;
  • Estipular uma data para o término de uma tarefa;
  • Inserir imagens e/ou arquivos

O futuro do comércio eletrônico está em nossas mãos

Freepik

Já parou para pensar que o nosso celular deixou de ser uma simples ferramenta de comunicação? A evolução da tecnologia chegou aos aparelhos de telefonia móvel abrindo um leque de oportunidades dos mais diversos tipos. Com nosso aparelhos em mãos fazemos compras, transações bancarias, pedimos comida pelo delivery, respondemos mensagens, enviamos e-mails e compramos.

O comércio eletrônico ainda está a todo vapor, mas o importante é que o varejista fique atento às novidades existentes no mercado. Só no Brasil são 675 mil lojas online.

Recentemente li uma pesquisa que os sites responsivos, ou seja, aqueles que se adaptam a qualquer tela tiveram um crescimento significativo: em 2017 representava 24,20% e em 2018 praticamente triplicou, chegando aos 76,36%.

Ainda muito pouco comentado por ser assunto recente para os varejistas, o m-commerce está mudado a forma de vender online. Um dado da pesquisa realizada pela Opinion Box que chamou a atenção foi a de que mais de 84% dos brasileiros já compram serviços (como aplicativos para solicitar táxi ou carro particular, pedir comida/delivery e etc.) pelo smartphone.

Outras modalidades de consumo realizadas por dispositivos móveis:

84% - Serviços
76% - Produtos do Dia a Dia
75% - Produtos de Compras Pontuais
60% - Consumo Digital (músicas, jogos, software etc.)
58% - Entretenimento
55% - Turismo e Viagens

Existem dois fatores importantes para quem tem uma loja online que devem ser levadas em consideração. Primeira: ter um site com boa usabilidade. Não adianta nada ter um site se ele deixa o seu consumidor com duvidas de onde clicar. Você tem que mostrar para ele o caminho da maneira mais fácil possível. Segunda: procure entender o comportamento do seu consumidor online. Isso também vale para quem é mobile. Afinal, as pessoas passam boa parte de seu tempo mexendo no celular, seja acessando as redes sociais, lendo e-mails, enviando mensagens ou comprando alguma coisa.

Interagir com o seu publico por meio das redes sociais da sua loja, banners, promoções e tantas outras coisas também deve ser levado em consideração. Mais o mais importante antes de tudo isso é entender o comportamento do consumidor online.  É saber onde o seu publico está e definir uma estratégia para que ele chegue até você.