Em que planeta estamos vivendo?

As pessoas estão eufóricas e fora de si nos últimos meses e isso tudo tem um motivo. O coronavírus. De repente, se viu as pessoas entrando em desespero, indo ao supermercado e comprando aos montes como se fosse o fim do mundo.

Estamos vendo e presenciando uma guerra política em meio a uma crise sanitária para ver quem é o melhor político nesse momento, sendo que estes deveriam estar prezando pelo povo, mas de alguma forma devem estar tirando proveito disso tudo. Ainda não saberemos, mas quem sabe futuramente isso venha a tona. Já tem alguns que fazem politicagem em cima da crise e na dor das outras pessoas, sendo elas de baixa renda, tendo perdido algum parente ou amigo vítima do covid-19. 

Quem diria que uma pandemia revelaria um lado que jamais imaginaríamos de algumas pessoas? Quem diria que a política causaria uma briga sem igual e nunca antes vista. Vemos pessoas brigando por políticos, uma briga da direita contra a esquerda. Tem gente vestindo camiseta de partido político, mas cadê que a camiseta em que ambos lutam lado a lado por um mesmo ideal. Um futuro melhor.

Parem de brigar por político. Eles não estão nem ai para você nesse momento. Eles não são e nunca foram santos, sempre vai ter um que estará envolvido com casos de corrupção. Isso é fato. A verdade sempre vem à tona. O circo está pegando fogo e tem gente se estapeando por causa dessa prole. Eles só se importam com você na época das eleições em que precisa do seu voto. O que acontece depois? Eles desaparecem.

Quando foi que deixamos de ter amor pelo próximo? De ter empatia? De defender político?
Esses mesmos políticos que estão no poder, foram eleitos com o poder do seu voto. Se não está fazendo o melhor para o Brasil, e pensando apenas em interesses próprios, bola pra frente. Vida que segue e bora colocar alguém que seja capaz de fazer o país evoluir como deve.

Um cenário apocalíptico que está parecendo um roteiro pronto para um filme de ficção. Acordem enquanto ainda há tempo. Parece que o Brasil está vivendo em outra galáxia, enquanto que na Terra, os restos dos países estão progredindo a passos lentos. Em que planeta estamos vivendo?

Só se fala em uma coisa: coronavírus



O assunto é sério. O covid-19 ainda não tem cura. Não é hora para brincadeira.

Ultimamente só se fala em uma coisa na televisão: coronavírus.

Você recebe aí no seu aparelho de TV uma enxurrada de informação. Que não são poucas. Praticamente só se fala nisso. É tanta informação, mais tanta informação que chega a ser um tsunami.

Com esse excesso de informação você pode enlouquecer se não souber filtrar o conteúdo que você consome. Tem uma frase que diz o seguinte: “aprenda a ser filtro e não esponja”, nessas horas aprenda a filtrar o conteúdo que você consome. Se necessário vá fazer outra coisa, como ver um filme, aprender algo novo, assistir uma série, ler um livro, estudar, revisar o que aprendeu na escola. Não falta opções.

Você já sabe como se prevenir. É só seguir as recomendações.

Lembre-se de cuidar do seu corpo e da sua mente.

Repercussões negativas de marcas nas redes sociais



A redes sociais se tornaram verdadeiras aliadas para os consumidores cobrarem serviços, demonstrarem alguma insatisfação e não deixar nenhum deslize passar em branco. Ao invés de ajudar a alavancar a sua marca/negócio, o tiro pode sair pela culatra.

A velocidade das informações que recebemos hoje em qualquer mídia é muito avançada. Tudo viraliza muito rápido. Se recebemos uma informação neste exato momento ela pode estar desatualizada em questão de minutos/horas. Se não lemos uma determinada notícia no instante em que ela é publicada, os desatualizados somos nós. 

Essa velocidade é assustadora.

Do mesmo jeito que ela assusta, ela pode acabar tornando-se um pesadelo para uma marca que divulgou um produto/serviço em suas redes sociais e isso gerar um impacto negativo no seu público. Isso acaba virando uma bola de neve. A tal postagem pode até ser deletada, mas vale lembrar que nessa altura do campeonato alguém já deu print e salvou o seu deslize. Sem falar que vivemos a era dos memes e a sua postagem pode integrar algum meme e piorar ainda mais a situação. 

Você será lembrado por algum tempo por conta dessa postagem que teve repercussão negativa.

A internet está cheia de casos assim que podem te ensinar uma lição, mas depois de fazer uma pesquisa optei por relembrar três casos. Vamos a eles.

O primeiro deles é o excesso de photoshop. Vale lembrar que quase nenhum profissional dispensa o uso do Photoshop para ajustar uma luz outro mero detalhe, o problema é o excesso dele. Temos dois casos em que o excesso de photoshop repercutiu em duas marcas conhecidas a primeira é um post da C&A, a Preta Gil foi desvalorizada pelo Photoshop mal usado e virou meme na internet. 

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Outro caso que teve repercussão foi o da Bis por conta de uma montagem mal feita. A marca acabou entrando na brincadeira. 

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A nossa segunda gafe pertence a categoria do banco de imagens. Quem não se lembra da Joanna e seu marido do Bom Negócio (atual OLX)?

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Nossa ultima categoria pertence aos assuntos do momento. Um conselho: não tente promover a sua marca por meio de tragédias. 

Quem não se lembra do caso da Bling e da AT&T? A Bling, uma empresa de finanças, mencionou o desaparecimento de um avião chinês com dezenas de mortos e a AT&T cometeu o deslize ao fazer uma propagando de um smartphone no dia 11 de setembro.

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Todo cuidado é pouco e extremamente essencial ao se postar algo nas redes sociais. Mesmo que você apague uma postagem, ela jamais desaparece. 

Um documentário sobre as pequenas coisas


Isso adiciona valor à minha vida?


Já tinha algum tempo que eu tinha salvo Minimalism: A Documentary About the Important Things na "Minha Lista" e esses dias eu parei para assistir esse documentário. Muito bom, por sinal. Esse documentário é daqueles que vão te fazer repensar sua vida e com ela o seu estilo por alguns minutos e com isso você irá se perguntar: "Eu realmente preciso disso?"

O documentário narra o estilo de vida de Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus (esses dois da foto ao lado), dois amigos cansados do universo capitalista que procuraram transformar suas vidas em amar pessoas e usar coisas, não ao contrário.





O movimento é sobre focar no que realmente importa, como por exemplo, passar mais tempo com a família ou buscar um emprego no qual é possível ter maior satisfação. Aspectos como moradia, vestimentas, práticas, estilo de vida são abordados.

“O consumismo não é o problema – o consumo compulsivo é o problema. Todos precisamos de algumas coisas materiais, mas os minimalistas valorizam na verdade mais as suas posses porque apenas têm coisas que dão valor às suas vidas” – Joshua Millburn.

“Eu estava perguntando para ele sobre a utilidade da preocupação. Em um contexto específico, eu estava perguntando sobre se fazia sentido se preocupar em perder um voo de avião. E eu estava discutindo sobre isso: Olhe, vocês budistas estão sempre dizendo que pensamentos são só pensamentos. Que eles não necessariamente têm conexão com a realidade, mas o fato é que se eu perder o voo, estarei ferrado. E ele disse: você está inquestionavelmente certo, mas há uma certa dose de preocupação que faz sentido e uma certa dose que não faz. Então, na décima sétima vez que estiver se preocupando em perder o voo e pensar em todas as ramificações possíveis disso, faça uma pergunta à si mesmo: essa preocupação é útil?

...Para um cara que passou a vida toda pesando que minha preocupação era a vantagem que eu tinha, porque eu sabia que eu seria mais ansioso e compulsivo que os meus competidores, percebi que há uma certa dose de preocupação que eu chamo de angústia construtiva e há a ruminação inútil, que simplesmente te faz miserável.”

Abaixo o trailer do documentário para despertar a sua curiosidade sobre o tema. 


Ter menos é ser mais e talvez esse seja o segredo não para a felicidade, mas para uma vida mais leve, onde descobrimos o verdadeiro valor das coisas e das pessoas.

O principal objetivo do estilo de vida minimalista é nos mostrar como podemos ser criativos consumindo menos e como podemos ser mais humanos, valorizando pessoas. Entendendo que nós devemos usar coisas e amar pessoa, não ao contrário.

Um documentário que agrega percepções. 

"Estúdio de Criação" do Facebook reúne diversas funcionalidades


Já tem algum tempo que tenho procurado por uma ferramenta que possibilitasse o agendamento de postagens nas redes sociais, mas sempre encontrava algo que tinha que desembolsar algum grana e como estou disponível para o mercado de trabalho é meio que impossível. Minhas publicações eram feitas de maneira tradicional. 

Quem trabalha com redes sociais sempre recorrem para alguma ferramenta externa para agendar suas postagens e mensurar seus conteúdos.

Hoje eu deparei-me com o "Estúdio da Criação" essa ferramenta que eu desconhecia, mas que vai me ajudar e muito com agendamento de minhas postagens.

A ferramenta reúne tudo o que você precisa para publicar, gerenciar, monetizar e mensurar com eficiência todas as suas páginas no Facebook e contas do Instagram. São inovações e novidades como essa que são sempre bem vindas. 

É possível alternar a rede social que deseja utilizar clicando nos ícones centralizados na parte superior da página.